Terapia com psicodélicos é realidade no Brasil

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(Imagem: Pexels/Mikhail Nilov)

Por João R. Negromonte

Localizada no bairro de Pinheiros, em São Paulo, a rede de clínicas Beneva conta com anestesistas e psiquiatras experientes na administração dos compostos psicodélicos ibogaína e cetamina, sendo a primeira no país a se especializar neste tipo de tratamento.

No Brasil, o uso destas substâncias é controlado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) que, por meio de autorizações excepcionais e prescrição médica para uso individual, permite a importação destes produtos desde 2013.

“Todos os tratamentos são feitos dentro do marco regulatório e sabemos que existe um enorme interesse de médicos e reguladores para avançar”, revela Marco Algorta, fundador da Bienstar Wellness Corp., empresa detentora dos direitos da Beneva.

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Segundo o empresário, que atua também no setor da cannabis e é colunista do portal, os planos são entrar no mercado latinoamericano e atuar em países como Uruguai, México, Peru e Panamá. Para ele, Brasil e Uruguai servirão como uma espécie de polo para as clínicas, dadas as condições financeiras e de pesquisas maiores e mais confiáveis.

Ao ser questionado porque oe investimento se justifica, Algorta explica que “esse tratamento é destinado para pacientes que sofrem com as doenças como depressão, dependência química e propenção ao suicídio e estão cansados de terapias convencionais que não funcionam para eles”. 

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Ele destaca que não se pode desprezar os tratamentos tradicionais, mas a nova abordagem contempla e funciona também junto às alternativas clássicas, gerando uma mudança de paradigmas na conduta atual em relação às terapias destinadas à saúde mental. 

A clínica hoje atende cerca de 20 pacientes todos os meses e além dos planos de investimento em clínicas especializadas, também traçam estratégias para atuarem em educação médica continuada e informação ao público, para desmistificar os preconceitos com o uso de psicodélicos em tratamentos de saúde. 

Por isso, a ideia do programa é que até 2023 se faça um evento para reunir especialistas nacionais e internacionais para debaterem sobre o tema e difundir a terapia psicodélica por todo mundo. 

“Temos ótimos números a respeito dos nossos resultados, mostrando que 72% de dos pacientes tratados com ibogaína demonstraram remissão,” conclui Algorta ao destacar a importância de se respeitar ao pé da letra os protocolos médicos.

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