Planta do futuro?

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(Imagem: Aleksandarlittlewolf/Freepik)

Curadoria e edição Sechat com informações de Kanna

Conhecido como uma espécie da cannabis com apenas 0,3% THC, composto psicoativo da planta, o cânhamo, segundo alguns especialistas, pode contribuir em oito dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) definidos pela ONU, se apresentando como uma alternativa promissora para o futuro. 

Apesar de ser um gênero de planta milenar e com o uso medicinal liberado em mais de 50 países, entre eles os Estados Unidos, onde já pode ser encontrada nas farmácias de dezenas de estados, no Brasil a Cannabis ainda é cercada de tabus. Encontra  entraves para sua regulamentação, principalmente pelos efeitos psicoativos de uma de suas subespécies, popularmente conhecida como maconha. 

As tecnologias da planta são várias. A nível de comparação, das 17 metas globais de Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) definidas pela ONU, a cannabis pode impactar 15 e a subespécie cânhamo tem propriedades que podem ajudar em 8, com grande impacto no futuro do planeta.

Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU (Imagem: Reprodução)

“Ultrapassar as barreiras e tabus que envolvem a planta  e evidenciar o potencial único do cânhamo será uma virada de chave para o planeta, por isso, ela  tem atraído a atenção de muitos empreendedores e investidores”, reforça Luís Quintanilha, CEO da Kanna, a flexible DAO (Organização Autônoma Descentralizada) de impacto social e ambiental, que une a tecnologia blockchain com o mercado promissor da Cannabis.

No Objetivo de Desenvolvimento Sustentável “Vida na Água”, o cânhamo contribui por requerer menos água que o algodão e o linho, por exemplo, afinal a semente é muito resistente e cresce em clima de altas temperaturas. Alguns estados do nordeste brasileiro são ideais para o plantio, o que evidencia a importância da preservação dos mares e oceanos, além do uso consciente da água. 

A planta também atua no objetivo “Vida Terrestre”, com a fitorremediação do solo, por ser capaz de limpar metais pesados , com uso testado e bem-sucedido em Chernobyl, local do maior desastre nuclear da história. Também remove CO2 do meio ambiente, por absorver mais CO2 por hectare do que qualquer outra cultura conhecida, com suas estopas podendo ser usadas na produção de papel, descartando a necessidade de corte de árvores.

Esses dois são os principais impactos responsáveis pelo cânhamo ser considerado a planta do futuro. A Kanna, inclusive, é uma empresa que, por meio do cripto ativo KNN, promove impacto ambiental, melhora na economia local e conscientização sobre a planta. O ativo digital KNN baseia-se em uma fração de solo revitalizado pelo cânhamo, CO2 neutralizado e doações para a comunidade. A DAO tem o diferencial de reinvestir todos os lucros em prol desses objetivos, com 15% reinvestido para a comunidade local, via realização de benfeitorias na região. 

“Nosso objetivo enquanto a primeira DAO com o ESG no centro operação, aliando o impacto ambiental (E) e socioeconômico (S) do cânhamo, com a transparência e Governança da Blockchain (G), é ser também uma alternativa para pessoas que querem atuar para a mudança climática”, explica Quintanilha. 

O mercado parece ser promissor, uma pesquisa encomendada pelo Observatório do Clima e Greenpeace Brasil apontou que 95% dos brasileiros se preocupam com as mudanças do clima e estão dispostos a pagar mais por produtos sustentáveis.

O cânhamo também contribuiria  para programas como a “Fome Zero” e “Agricultura Sustentável”: 100 gramas de cânhamo têm mais proteínas que 100 gramas de ervilha, podendo ser utilizada para combater a desnutrição. O  cultivo de cânhamo, além de restaurar solos contaminados, pode complementar outras culturas menos sustentáveis. No objetivo Saúde de qualidade, o cânhamo contribui por ser rico em ômega 3, ácido graxo essencial que atua diretamente no cérebro contribuindo para a manutenção das funções cognitivas e na prevenção  de doenças como a ansiedade, depressão e Alzheimer.

Enquanto para a meta de “Indústria, Inovação e Infraestrutura”, os plásticos de cânhamo podem substituir produtos de petróleo, as fibras usadas para produzir roupas, cordas, telas e construir casas, sendo um bom substituto para o metal, carpete, madeira e isolamento. No objetivo de “Consumo e Produção Responsáveis”, o cânhamo proporciona padrões de produção e de consumo sustentáveis, com a possibilidade de ser refinado em biodiesel usado para fazer etanol e metanol,  biodegradáveis, não tóxicos e com menos produção de gases de efeito estufa.

“Nossa expectativa é que até o fim de 2026 a Kanna tenha regenerado cerca de 150 hectares de solo e removido milhares de toneladas de CO2 da atmosfera, atuando em regiões vulneráveis com solo degradado e baixo IDH (Índice de Desenvolvimento Humano), além de ter gerado centenas de empregos e investimentos para essa região”, conclui Quintanilha.

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