Saiba como os portugueses utilizavam o cânhamo nas caravelas

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O que talvez você não sabia sobre a história do Brasil é que as caravelas portuguesas da expedição comandada por Pedro Alvares Cabral tinham uma das riquezas do cânhamo.

Como as navegações eram longas, a viagem de Portugal até o Brasil durou 44 dias, as velas tinham que ser produzidas com um material resistente para enfrentar a força do vento e das águas e do vento durante as tempestades em alto mar.

No início da colonização do país, em 1500, o cultivo da cannabis era incentivado pela Coroa de Portugal. O uso “recreativo” da maconha com suas substâncias psicoativas passou a se disseminar entre os escravos e índios.

O consumo da cannabis era algo que não incomodava a ninguém. No fim do século 19, o uso da planta passou a ser recomendado por médicos no tratamento de bronquite, asma e insônia.

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Porém, com o passar dos anos, a política de combate às drogas dos Estados Unidos influenciou o Brasil. A partir de 1930 o uso da cannabis foi reprimido em todo o território brasileiro. Não demorou muito e o uso da maconha começou a ser associado ao preconceito racial. O consumo da planta foi usado para criminalizar a população negra, historicamente marginalizada.

O potencial da cannabis está muito além do uso recreativo. O cânhamo – que é a cannabis industrial – também pode ser usado na fabricação de fio, cordas, papéis, óleos, alimentos, combustíveis e resinas.

Por ser uma fibra resistente e cultivada em solo português, o material foi usado para fabricar as velas das caravelas que trouxeram os portugueses até o Brasil.

Não só as velas, mas também o cordame daquelas frágeis embarcações, era feito de fibra de cânhamo, como também é chamada a planta.

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