Canabinoides na prevenção do suicídio

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(Imagem: Freepik/Ahref)

Curadoria e edição Sechat, com informações de FarmaUSA

Sim! Canabinoides podem ser uma opção na prevenção do comportamento suicida, afinal, uma parcela considerável das tentativas de suicídio está relacionada à transtornos psíquicos como Depressão, Transtorno Afetivo Bipolar, Transtorno de Personalidade Borderline e até mesmo Autismo. Cerca de 1/3 desses transtornos apresentam refratariedade, ou seja, não respondem bem às medicações tradicionais. E é nesse contexto que os canabinoides podem contribuir.

Dados baseados em estudos mostram uma situação preocupante e silenciosa em relação aos transtornos psíquicos e a prevalência de ideação ou comportamento suicida.

Na Depressão, o índice de tentativas de suicídio chega a 43,8%. A anedonia (falta de prazer), a melancolia, o pessimismo e o sentimento de impotência produzem extrema angústia, o que leva muitos indivíduos a buscar no suicídio uma maneira de obter alívio e terminar com seu sofrimento comenta Emanuel Teixeira, Medical Science Liaison da FarmaUSA, neuropsicólogo pós-graduado em psicofarmacologia e Cannabis medicinal.

A intensa instabilidade emocional associada ao Transtorno Afetivo Bipolar e ao Transtorno de Personalidade Borderline também está relacionada  a um risco 6,5 vezes maior de suicídio. Essa foi a conclusão dos pesquisadores  ao analisarem os  dados do Collaborative Longitudinal Study of Personality Disorders, em adultos que convivem com a disfunção. Segundo a ABTB (Associação Brasileira de Transtorno Bipolar), ao menos 30% dos portadores tentam tirar a própria vida.

Um estudo publicado na prestigiada revista Lancet Psychiatry, em 2014, realizado com adultos com Transtorno do Espectro Autista nível 1, apontou que 66% dos participantes da pesquisa relataram pensar em suicídio e que 35% deles tentaram suicídio em algum momento.

Esses dados mostram a importância de  devolver o equilíbrio emocional na redução desses índices,  comumente por meio de fármacos que reequilibram a neuroquímica cerebral. Mas há casos refratários aos antidepressivos, ansiolíticos e estabilizadores do humor geralmente utilizados.

Estudos e resultados clínicos ao redor do mundo têm demonstrado o potencial terapêutico e eficácia dos Canabinoides no tratamento dos transtornos psíquicos, sempre sob supervisão médica. Eles equilibram os níveis de neurotransmissores como a serotonina, dopamina e noradrenalina, responsáveis pela regulação do humor, sensação de prazer e recompensa, apetite e cognição. Além de um efeito modulador do sono, acrescenta Emanuel, podendo também ajudar na redução da quantidade excessiva de medicamentos utilizados em casos refratários, diminuindo os efeitos adversos.

Teixeira, que também é MSL (Medical Science Liaison) da FarmaUSA, empresa pioneira na comercialização de produtos à base de Cannnabis no Brasil reforça que, “a terapia combinada de canabinoides utilizada tanto para o dia quanto para a noite vem apresentando excelentes resultados clínicos para pacientes que sofrem com esses distúrbios, e deve ser considerada como uma alternativa terapêutica pelo médico no dia a dia no seu consultório, principalmente no mundo pós-covid”.

Vale ressaltar a importância da escolha de produtos à base de canabinoides que tenham qualificação farmacêutica, o que irá proporcionar ao médico e paciente segurança, exatidão das dosagens, controle dos efeitos colaterais e um efetivo resultado terapêutico.

E, não menos importante, a combinação de canabinoides com o suporte de outros profissionais da saúde, como acompanhamento psicológico, é algo fundamental no processo de regulação emocional.

Para mais informações acesse www.farmausa.com

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